A capacidade de se comunicar corretamente com as crianças torna a vida muito mais fácil para a criança e para o adulto, especialmente em situações em que a criança é tomada por sentimentos negativos e não consegue lidar consigo mesma. A capacidade de falar com uma criança ajudará em tal situação a encontrar as palavras certas para não ofender a criança e ensinar-lhe responsabilidade.

Instruções
Passo 1
Converse com seu filho na língua dele. A linguagem dos sentidos. As crianças, como nenhum outro adulto, estão sujeitas a sofrimento emocional. Se você vir uma criança, especialmente um adolescente, chateada, ouça-a primeiro. Pense em como a criança está se sentindo, imagine-se no lugar dela. Como você se sentiria em tal situação? Nomeie esse sentimento para si mesmo e pense em como os desejos dele poderiam ser satisfeitos. Quer seja mágoa, raiva ou dor.
Diga a seu filho o que você está pensando no momento. Ele compreenderá que você reconhece seu direito de experimentar esses sentimentos. Ao mesmo tempo, você não deve dizer o que ele deve sentir, mas o que realmente está experimentando.
Passo 2
Para compreender uma criança, você não precisa fazer-lhe perguntas que ela possa não entender ou que não queira responder, mas dirija-se a ela na forma de afirmações. Por exemplo, em vez de "O que você fez de novo?" você precisa dizer: "Você obviamente teve um momento difícil hoje." Isso fará com que a criança saiba novamente que você entende como ela está se sentindo. Não há necessidade de focar a atenção negativa na criança com perguntas. Fale sobre o que você está sentindo ou prestes a fazer, não o que a criança precisa fazer. Concorde que a criança aceitará melhor "Estou preocupado com você, preciso saber como você vai chegar em casa", e não "Para onde você vai, como você vai voltar para casa?"
etapa 3
Afaste os estereótipos. Seu filho não deve ser como as outras crianças. E você não deve aplicar a eles os métodos que outros aplicam a eles. Siga o seguinte algoritmo:
1. Formule seu pensamento em uma frase.
2. Fale sobre seus sentimentos e pensamentos ("Estou preocupado").
3. Mostre a que o comportamento da criança pode levar. Você pode até exagerar um pouco.
4. Admita que não há nada que você possa fazer, deixando claro o que a criança precisa fazer.
5. Mostre que você pode ajudar.
6. Dê a impressão de que você está confiante nos pontos fortes de seu filho, de que ele será capaz de enfrentar a situação sozinho.